Mais um dia, mais um presidente americano bombardeando crianças, mulheres, idosos e, em geral, palestinos não combatentes, não militares, inocentes, desprevenidos e totalmente incapazes de oferecer qualquer tipo de resistência.
Se você conseguir ler o texto, e se lendo não se emocionar com os relatos e imagens, existe algo errado com você. Não se trata de defender ou atacar quem é terrorista (ou a definição de “ato terrorista”), quem iniciou (hoje ou na década de 40?) a ação. Se trata de verificar o genocídio, a maneira como dezenas de milhares de palestinos foram – e continuam sendo – assassinados.
